ANÁLISE CRÍTICA COMPLETA - MORTAL KOMBAT 1 (2023)

 

    Olá, raposinhas!!! Tudo bem com vocês???

    Sejam bem-vindas a primeira análise crítica aqui blog. Nela, irei analisar um dos meus jogos favoritos desde do dia que comecei a jogá-lo: Mortal Kombat 1 (2023).

   

SOBRE O JOGO

     Mortal Kombat 1 é o décimo segundo jogo da franquia Mortal Kombat. O jogo foi lançado em setembro de 2023 pela empresa Warner Bros Games e desenvolvido pela NetherRelm Studios. 

     Ele está disponível em diversas plataformas como Playstation 5, Nintendo Switch 1 e 2, PC, Xbox X|S series e  Steam Deck.

NARRATIVA

    A narrativa do jogo se desenvolve a partir do princípio da recriação do universo de Mortal Kombat pelo Deus Liu Kang após os eventos do título anterior da franquia, Mortal Kombat 11. O principal objetivo deste reset temporal seria neutralizar as fortes ameaças aos planos e que cada ser tivesse a possibilidade de tomar e escolher seu próprio caminho sem a interferência divina do Guardião da Ampulheta Temporal, assim, se diferenciando das demais linhas temporais manipuladas por Kronika.

    Depois de jogar o modo História do jogo, eu gostei de diversos pontos novos trazidos pelo game como o fato de alguns personagens terem a sua origem retrabalhada de modo a trazer mais participação e desenvolvimento progressivo como no caso da Mileena (em que de um clone de Kitana se tornou uma rainha legítima com um propósito e honra definidos) e uma história cada vez mais cinematográfica. Mas, alguns pontos me deixaram a desejar como o fato de, ao longo da trama, o desenvolvimento progressivo dos eventos retrocedem ao voltar ao mesmo tema de caos temporal e multiversos, pontos já desenvolvidos no título anterior, assim, acaba ocorrendo uma repetição desnecessária. Outro ponto que me causou esse mesmo sentimento foi que, ao mesmo tempo que alguns personagens ganharam mais destaque e desenvolvimento, é possível visualizar que outros personagens não foram bem desenvolvidos e ficaram na camada superficial como ocorreu com Kitana, em que sua história atual se resume a lealdade de sua irmã e só.  


 VÍDEO DE INÍCIO DA NARRATIVA DO JOGO



GAMEPLAY

    Em relação a gameplay,  o jogo traz uma nova mecânica de combate baseada em kameos fighters, ou seja, jogadores secundários controlados pelo próprio jogador com o objetivo principal de auxilia-lo de forma a amplificar combos e quebrar a defesa ou combos do oponente com maior eficácia.

    O jogo consta com diversos modos como o modo história (já mencionado anteriormente), Torres do Tempo (modo trazido do jogo anterior da franquia , mk11), Torres Klássicas (antigo modo padrão de combate; o famoso modo arcade), Invasões (novo modo estilo RPG com histórias não canônicas), tutorial (local onde você pode aprender a jogar com qualquer personagem do rooster), treinamento (local onde você pode treinar seus combos ou, até mesmo, as finalizações sangrentas, os famosos fatalitys), o Santuário (local onde você deposita moedas adquiridas jogando o game em troca de skins e gears de cada personagem do jogo de forma aleatória) e o modo kustomização (local onde você pode trocar as skins e alguns equipamentos tanto de seu kameo tanto de seu personagem favorito para deixar de seu jeitinho.


VÍDEO DE GAMEPLAY 




PRINCIPAIS PROBLEMAS DO JOGO

    Os principais problemas do jogo são o fato de muitos dos conteúdos terem que ser adquiridos por meio de expansões como ocorre com a segunda parte da história e os kombat packs de kameos e personagens do rooster que aparecem dentro do modo história principal , porém não são jogáveis como o Shang Tsung, Quan-chi, Ermac..., além disso, o tempo de atividade do jogo foi muito curto, ou seja, as atualizações e desenvolvimentos de novos conteúdos foi extremamente reduzido em comparação aos jogos anteriores da franquia (de, aproximadamente, 3 a 4 anos), tendo apenas 1 ano e poucos meses de atividade, devido a pouca devolutiva positiva da comunidade em relação ao conteúdo apresentado nesse título.

NOTA E CONSIDERAÇÕES FINAIS

  Para avaliar qualquer jogo aqui no blog,  darei uma nota com base em cabecinhas de raposinhas. Serão cinco cabeças de raposas que equivalem as famosas estrelas de avaliação, sendo assim, uma única cabeça nota 1 (não me agradou), duas cabeças (me interessou, mas não me agradou totalmente), três cabeças (nota mediana / razoável), quatro cabeças (amei, mas tem aspectos a considerar) e cinco cabeças (impecável / obra prima).

    Bom, vamos ao veredito final. Eu dou quatro cabecinhas de raposa para Mortal Kombat 1, pois se mostrou um jogo que consegue prender a atenção de um amante de jogos, principalmente, amantes da própria franquia por bastante tempo, além disso, traz uma gameplay que foge do convencional, ou seja, te desafia a se readaptar e reinventar da melhor forma possível sem enjoar, e possuí um dos melhores rooster principais que já vi dentro de um mortal kombat. Mas, também, apresenta pontos a serem considerados como a extrema fragmentação dos conteúdos do jogo, pouco tempo de vida útil e uma história que se perde ao longo da trama.




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